Olá! Bem-vindo ao post de recomeço do meu Blog, onde vou te explicar o motivo de ter criado esse Blog de Empreendedorismo Digital.
Na verdade, posso até dizer que é a inauguração do meu Blog, pois antes eu estava usando um Site com Blog. Qual a diferença? A página inicial era uma página explicando o que eu fazia, o Blog era apenas uma parte do site… Agora, o Blog é o principal, e vou te explicar o motivo.
Blog é um site (ixi, confundi a sua cabeça? rs) focado em notícias, artigos.
Pera lá, vou explicar melhor. Vamos ver a definição de site pelo dicionário do Google:
site /sajt/
substantivo masculino intern local na Internet identificado por um nome de domínio, constituído por uma ou mais páginas de hipertexto, que podem conter textos, gráficos e informações em multimídia.
Vendo essa definição do Google, tudo na Internet que acessamos através de um domínio (endereço na Web) é um site.
E o Blog?
blogue substantivo masculino INTERNET página pessoal, atualizada periodicamente, em que os usuários podem trocar experiências, comentários etc., ger. relacionados com uma determinada área de interesse. Origem ⊙ ETIM ing. blog ‘id.’
Ou seja, se usarmos essas definições podemos dizer que Blog é um site focado em notícias, conteúdo, enquanto que um Site é um conjunto de páginas geralmente usado para apresentar uma empresa ou marca e seus produtos / serviços.
Então, voltando… Antes eu tinha uma página inicial, e o blog era só um elemento do site:
Esse blog aumenta enormemente a visibilidade do meu negócio. Aliás, é a base da minha estratégia de Marketing de Conteúdo, que falarei em outro post em breve.
Estamos vivendo na era da informação, e cada vez mais as pessoas querem consumir conteúdo de qualidade. O que melhor para isso do que um Blog, que foi feito exatamente para isso – compartilhar informação?
E aqui as mídias sociais e os buscadores da Internet têm um papel crucial, que é trazer as pessoas para o meu blog – chamamos isso de tráfego. Junto com o Marketing de Conteúdo existem estratégias para aumentar o tráfego do Blog. Vou citar algumas:
Tráfego orgânico – buscas no Google – gratuito;
Tráfego pago no Google – Google Ads;
Posts em mídias sociais – gratuito;
Tráfego pago em mídias sociais – Facebook Ads, Instagram Ads etc;
Vídeos no Youtube – gratuito;
Email marketing – ferramentas pagas ou gratuitas;
E mais outras possibilidades.
2 – Compartilhar meu conhecimento
Como disse no início desse artigo, um blog é um local de publicação de artigos, notícias. E vou acrescentar um – conhecimento.
Aqui eu já publiquei e vou publicar mais artigos sobre as diversas áreas de conhecimento do Empreendedorismo Digital – definições, estratégias, ferramentas e produtos digitais que eu recomendo. Conteúdo baseado nas minhas experiências. Meu conhecimento.
E, na era da informação, conhecimento é tudo. E o conhecimento constrói autoridade. E autoridade no Marketing Digital é fundamental. Você compraria alguma curso de alguém que você nunca viu? E de alguém que você sabe que conhece muito do assunto que você está buscando mais conhecimento? Acredito que a segunda opção, correto?
3 – Eu tenho o controle
Aqui no meu Blog de Empreendedorismo Digital eu comando. As regras são minhas. Claro que eu sigo as boas práticas de SEO, Marketing de Conteúdo etc, pois eu quero que meu conteúdo seja bem rankeado nos buscadores. Mas eu tenho domínio do que eu publico, de como eu monto o meu blog, seu design, seções etc.
E isso é muito diferente de uma mídia social. Nas mídias sociais temos que seguir as regras deles. Cada mídia social tem um algoritmo de entrega de conteúdo. Uma página do Facebook, para você ter ideia, entrega em média o seu conteúdo para 1% à 2% da sua audiência. E você não tem controle sobre isso.
Cada mídia social diz o que você pode ou não postar nela. Eles determinam o tamanho do texto que podemos compartilhar, dimensões de imagens, vídeos etc.
Mas no meu Blog sou eu quem faz as regras. 🙂
4 – A audiência é minha
No tópico anterior, eu te disse como é a entrega de conteúdo do Facebook – 1% à 2% nas páginas. Isso pois os seguidores que temos lá são na verdade… do Facebook, e não seus.
Por isso a importância do Blog. E por isso é que ele está no centro da minha estratégia de Marketing de Conteúdo. 🙂
5 – Relacionamento com futuros e atuais Clientes
Eu disse que autoridade é fundamental no Marketing Digital. E relacionamento também é.
O Blog me permite criar e estreitar o relacionamento com futuros e atuais clientes, uma vez que eu compartilhe aqui conteúdo relevante para ambos – marketing de conteúdo. Notícias relevantes, atualizações, explicações, guias, ebooks, infográficos e por aí vai.
Mas é claro que existem outras ferramentas para auxiliar nisso, como o Email Marketing, que vou tratar em outro artigo. 😉
6 – Baixo Investimento
Essa é a parte que muitos gostam de saber. 🙂 No início de qualquer negócio é preciso planejar o quanto será investido. E o Blog é uma ferramenta de baixíssimo investimento.
Você pode iniciar um site com investimento 0, até sem um domínio (seu endereço na Internet). Existem serviços que te permitem isso, mas eu não recomendo. Você precisa ter uma marca na Internet. Se lembra da construção da autoridade?
Então, no mínimo, você precisará comprar um domínio e contratar um serviço de hospedagem.
No Brasil você pode comprar o seu domínio no site Registro.br, e o custo anual é de R$ 40,00. Quanto à hospedagem, te indico a Hostgator, que custa em média R$ 26,99 / mês. Ou seja, menos de R$ 35,00 por mês, considerando o custo de 1 ano.
Eu uso o WordPress, o maior gerenciador de conteúdo do mundo. Ele é gratuito, e você pode começar com um tema gratuito também – indico o https://oceanwp.org/.
7 – Geração De Renda
Por último, mas não menos importante, um grande motivo para eu ter criado o meu Blog de Empreendedorismo é a capacidade de Geração de Renda. E, se você está buscando uma forma de criar uma nova fonte de renda, eu escrevi um Guia que pode te ajudar, mesmo que você não tenha tempo.
Neste Blog você deve ter reparado que tem botões na minha barra da esquerda (sidebar) com botões coloridos – são minhas recomendações de cursos ou ferramentas relacionadas ao Empreendedorismo Digital.
Além disso, eu também divulgarei no meu Blog o meu produto – Grupo de Desafio de 15 – tire aquele Projeto/Sonho da Gaveta. Vendo a dificuldade de muitas pessoas em priorizarem seus projetos, ideias ou sonhos, eu decidi criar um grupo onde vou te ensinar técnicas de Gerenciamento De Projetos para que você possa, enfim, iniciá-los. 🙂
Espero que você tenha gostado deste artigo. E que eu tenha conseguido te explicar a importância em ter um Blog na sua estratégia de Marketing Digital e o motivo que me levou a criar esse blog. 🙂
Comente aqui a sua opinião, o que você achou deste artigo. Caso tenha feito sentido para você,compartilhe com seus amigos, pois essa informação pode ajudá-los também. Nos vemos no próximo post!
John C. Maxwell nasceu em 1947 e é especialista em liderança. Autor de livros e palestrante consagrado, suas empresas já treinaram mais de milhões de líderes
Este livro é uma obra-prima sobre liderança, ensinando qualquer pessoa a desenvolver suas capacidades de líder através de uma série de técnicas que ele chamou de As 21 Leis Irrefutáveis da Liderança. E o melhor, o livro é baseado na vasta experiência do autor, com relato de suas experiências e como ele aplicou cada uma das 21 leis (que ele mesmo elaborou).
O livro é inspirador e irá mudar a sua percepção do mundo e do relacionamento com as pessoas. Todo mundo, sem exceção, em algum momento da vida precisa liderar – seja em casa com a família, seja no trabalho, seja com amigos.
Vamos ao resumo das 21 Leis Irrefutáveis da Liderança:
1 – A lei do limite
A capacidade de liderança determina o grau de eficácia da pessoa. Quanto maior o impacto que você quer ter, maior precisa ser a sua influência, e o que você realiza é limitado pela sua capacidade de liderar os outros. Então, para você realizar mais, você precisa elevar a sua capacidade de liderança.
2 – A lei da influência
A verdadeira medida da liderança é a influência — nada mais, nada menos. A verdadeira liderança não pode ser concedida, indicada ou atribuída. Ela é fruto unicamente da influência, e isso não pode ser dado. Precisa ser conquistado. A única coisa que um título pode comprar é um pouco de tempo — para aumentar seu grau de influência sobre os outros ou para diminuí-lo.
3 – A lei do processo
A liderança se desenvolve diariamente, não em um dia. Tornar-se líder é muito como investir com sucesso no mercado de ações. Se sua esperança é fazer uma fortuna em um dia, não terá sucesso. Em desenvolvimento de liderança, não há “operadores de curto prazo” para o sucesso. O mais importante é aquilo que, a longo prazo, você faz dia após dia. Líderes são aprendizes.
4 – A lei da navegação
Qualquer um pode conduzir o navio, mas é preciso um líder para estabelecer o rumo. Seguidores precisam de líderes capazes de orientá-los de modo eficaz: quando, em situações de vida ou morte, a necessidade é dolorosamente óbvia, mas, até mesmo, quando as conseqüências não são tão graves, essa necessidade também é grande. A verdade é que quase todos podem conduzir o navio, mas é preciso um líder para estabelecer o curso. Essa é a lei da navegação.
5 – A lei da adição
Líderes agregam valor ao servir aos outros. Em liderança o resultado final não é a que ponto nós chegamos, mas a que ponto nós levamos os outros. A atitude do líder afeta o clima do escritório / local de trabalho. Se você desejar agregar valor ao servir aos outros, será um líder melhor. E seu pessoal consegue mais, desenvolve maior lealdade e tem mais prazer em realizar as coisas do que você poderia imaginar. Este é o poder da lei da adição.
6 – A lei da base sólida
Confiança é o fundamento da liderança. É a coisa mais importante.
É a conexão que mantém unida uma organização. Os líderes não podem, repetidamente, quebrar a confiança das pessoas e continuar a influenciá-las.
7 – A lei do respeito
As pessoas, naturalmente, seguem líderes mais fortes que elas. Todos que entram em contato com uma pessoa e reconhecem sua forte capacidade de liderança se sentem compelidos a segui-la. É assim que a lei do respeito funciona.
Quando as pessoas o respeitam como indivíduo, o admiram. Quando o respeitam como amigo, o amam. Quando o respeitam como líder, o seguem.
8 – A lei da intuição
Líderes avaliam tudo em função da liderança. Os líderes vêem as coisas de uma forma diferente dos outros. Têm a intuição de liderança, e isso determina tudo o que eles fazem, é uma parte inseparável do que eles são. As pessoas são intuitivas nas áreas em que são fortes. O que você é determina o que você vê.
A intuição é fruto de duas coisas: a combinação de habilidade natural, as áreas fortes da pessoa, e habilidades aprendidas. A intuição é bem informada, e isso faz com que as questões de liderança apareçam ao líder de uma forma que não ocorre aos outros. A intuição da liderança é a capacidade do líder ler o que está acontecendo.
9 – A lei do magnetismo
Você é quem você atrai. Aqueles que você atrai não é algo determinado pelo que você quer. É determinado por quem você é. Por isso, se você acha que seu pessoal é negativista, melhor verificar sua atitude, pois as pessoas são atraídas por líderes com valores semelhantes aos seus.
10 – A lei da conexão
Líderes tocam o coração antes de pedir uma mãozinha. Você não consegue colocar as pessoas em ação, a não ser que, antes, as toque com a emoção. dizer isso, mas ainda assim reconheciam que era verdade.
Você cria credibilidade com as pessoas quando se liga a elas e mostra que realmente se interessa e quer ajudá-las. Como resultado, elas normalmente reagem do mesmo jeito e querem ajudar você.
11 – A lei do círculo íntimo
O potencial de um líder é determinado por aqueles mais próximos dele. Quando vemos uma pessoa inacreditavelmente bem dotada, há sempre a tentação de achar que o sucesso foi fruto apenas do talento pessoal. Pensar isso é comprar uma mentira. Ninguém realiza sozinho algum grande feito. Líderes não são bem-sucedidos por si sós.
12 – A lei do fortalecimento
Só líderes seguros dão poder aos outros. Liderar bem não é se enriquecer — é fortalecer os outros. Ao tentar rebaixar alguém, quanto mais baixo você tenta empurrá-lo, mais tem que se curvar para conseguir o seu intento. Enquanto o empurra para baixo, tem que se abaixar. O mesmo acontece na liderança: para manter as pessoas embaixo, você precisa descer com elas. E você, quando faz isso, perde o poder de elevar os outros.
Quando um líder não quer, ou não pode fortalecer os outros, ele cria, na organização, barreiras que os seguidores não conseguem superar. Se as barreiras permanecem por tempo demais, as pessoas desistem e param de tentar, ou partem para outra organização na qual possam maximizar seu potencial.
13 – A lei da imagem
As pessoas fazem o que elas vêem. Grandes líderes parecem sempre incorporar duas qualidades aparentemente incompatíveis. Eles, ao mesmo tempo, são altamente visionários e altamente práticos.
Por que isso fez tanta diferença? Porque as pessoas fazem o que elas vêem. Essa é a lei da imagem. Quando os líderes mostram o caminho com as ações certas, seus seguidores as copiam e têm sucesso.
14 – A lei da aquisição
As pessoas compram o líder, depois a visão. O líder descobre o sonho e, depois, as pessoas. As pessoas descobrem o líder e, depois, o sonho.
Muitas pessoas que lidam com a área de visão de liderança entenderam isso errado. Elas pensam que se a causa for bastante boa, as pessoas, automaticamente, a comprarão e a seguirão.
Mas liderança não funciona desse modo.
As pessoas, de início, não seguem causas merecedoras, mas seguem líderes merecedores que defendem as causas nas quais possam acreditar. As pessoas, primeiro, compram o líder e, depois, a visão do líder. Compreender isso muda toda sua abordagem de como liderar as pessoas.
15 – A lei da vitória
Líderes descobrem uma forma de a equipe vencer.
Você já pensou sobre o que diferencia os líderes que vencem dos que sofrem derrotas? O que é preciso para tornar uma equipe vencedora?
É difícil identificar a qualidade que distingue vencedores de perdedores. Cada situação de liderança é diferente da outra. Cada crise tem seus próprios desafios.
Mas John MaxWell diz que os líderes vitoriosos têm uma coisa em comum: eles nunca estão dispostos a aceitar a derrota. E, para eles, a vitória como uma possível alternativa é inteiramente inaceitável. Como resultado, eles descobrem o que precisa ser feito para conseguir a vitória.
16 – A lei do grande impulso
O impulso é o melhor amigo de um líder. Por que John MaxWell diz que, realmente, o impulso é o melhor amigo de um líder? Porque muitas vezes é a única coisa que faz a diferença entre perder e ganhar. Quando você não tem impulso, mesmo as tarefas mais simples parecem impossíveis.
Pequenos problemas parecem obstáculos insuperáveis. O moral cai. O futuro parece negro. Uma organização sem impulso é como um trem parado. É difícil prosseguir e, até mesmo, pequenos blocos de madeira nos trilhos podem impedir que ele vá para qualquer lugar.
17 – A lei das prioridades
Os líderes entendem que movimentação não é necessariamente realização.Quando estamos ocupados, naturalmente acreditamos que estamos realizando. Mas ocupação não se equipara à produtividade. Atividade não é necessariamente realização. É preciso definir prioridades para ser mais produtivo.
18 – A lei do sacrifício
Um líder precisa abrir mão para progredir. O cerne da boa liderança é o sacrifício. Líderes eficazes sacrificam muito do que é bom para se dedicar ao que é melhor. É colocar os outros acima de si mesmo. É fazer o que é melhor para a equipe.
19 – A lei do momento
Quando liderar é tão importante quanto o que fazer e para onde ir.O momento, muitas vezes, faz a diferença entre o sucesso e o fracasso em uma empreitada.
20 – A lei do crescimento explosivo
Para aumentar o crescimento, lidere os seguidores; para multiplicar, lidere os líderes.
21 – A lei do legado
O valor duradouro de um líder é medido pela sua sucessão, por isso os melhores líderes lideram hoje tendo em mente o amanhã e procuram certificar-se de que investem em líderes que levarão à frente seu legado.
Conclusão
Este livro é a bíblia dos líderes, e tem que ser lido e relido quantas vezes for necessário para o desenvolvimento da verdadeira liderança.
Indicação: Indico este livro para qualquer pessoa que queira realizar mais, seja no trabalho, na sua vida social ou pessoal. Assim como melhorar o ambiente em que vive, ser mais produtiva ou ajudar pessoas a alcançarem os seus objetivos. Bem como pessoas que queiram deixar um legado e melhorar o mundo que vivemos.
E você, já leu este livro? O que achou? Comente aqui embaixo.Além disso, você tem algum livro que gostaria que eu indicasse aqui no Blog? Escreva nos comentários!
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Dale Breckenridge Carnegie foi um escritor e orador norte-americano. Ele escreveu best-sellers como “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas (1936)” e “Como Evitar Preocupações e Começar a Viver”. Foi também conselheiro de líderes mundiais e escreveu colunas em diversos jornais. Teve, também, seu próprio programa de rádio.
Esta obra é um verdadeiro guia de como criar / estreitar relacionamentos na sua vida pessoal ou profissional. Como influenciar pessoas positivamente, como liderar e alcançar os seus objetivos.
Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas – Dale Carnegie
Alguns princípios do livro:
Lidar com pessoas:
– Não critique, não condene, não se queixe; – Aprecie honesta e sinceramente; – Desperte um forte desejo na outra pessoa;
Tornar-se mais amigável:
– Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa; – Sorria; – Lembre-se que o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e importante que existe em qualquer idioma; – Seja um bom ouvinte. Incentive as pessoas a falarem sobre elas mesmas; – Fale de coisas que interessem à outra pessoa; – Faça a outra pessoa sentir-se importante e faça-o com sinceridade;
Conquistar pessoas para o seu modo de pensar:
– A única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a; – Respeite a opinião dos outros, nunca diga: “Você está enganado”; – Se estiver errado, reconheça o seu erro rápida e enfaticamente; – Comece de maneira amigável; – Consiga que a outra pessoa diga “sim, sim”, imediatamente; – Deixe a outra pessoa falar durante boa parte da conversa; – Deixe que a outra pessoa sinta que a ideia é dela; – Procure honestamente ver as coisas do ponto de vista da outra pessoa; – Seja receptivo às ideias e desejos da outra pessoa; – Apele para os mais nobres motivos; – Dramatize as suas ideias; – Lance, com tato, um desafio;
Liderança:
– Comece com um elogio ou uma apreciação sincera; – Chame a atenção para os erros das pessoas de maneira indireta; – Fale sobre os seus erros antes de criticar os das outras pessoas; – Faça perguntas ao invés de dar ordens diretas; – Permita que a pessoa salve o seu próprio prestígio; – Elogie o menor progresso e elogie todo o progresso; – Proporcione à outra pessoa uma boa reputação para ela zelar; – Empregue o incentivo. Torne o erro fácil de ser corrigido; – Faça a outra pessoa sentir-se feliz realizando aquilo que você sugere.
Espero que você tenha gostado deste artigo. Ainda publicarei o livro recomendado em abril de 2018 para depois começar uma nova lista mensal de recomendação de livros em 2019.
Indico este livro para qualquer pessoa que queira ter uma vida social melhor, ter mais amigos e criar um poderoso networking.
E você, já leu este livro? O que achou?
Comente aqui a sua opinião, o que você achou deste artigo. Caso tenha feitosentido para você, compartilhe com seus amigos, pois essa informação pode ajudá-los também. Nós vemos no próximo post!
T. Harv Eker é empresário, autor e palestrante renomado nos assuntos dinheiro, riqueza e motivação.
Os Segredos da Mente Milionária -T. -Harv Eker
Nesta obra o autor desvenda muitas crenças que limitam o crescimento financeiro e que afastam as pessoas da prosperidade. Segundo T Harv Eker, as pessoas não são predestinadas a serem milionárias, mas as pessoas ricas pensam diferente das demais. E como alcançar isso?
O autor ensina, então, 17 “arquivos mentais” para que uma pessoa possa sair de uma vida financeiramente ruim para uma vida financeiramente abundante:
Aqui neste artigo resumir o que você aprenderá com os 17 arquivos mentais para mudar as suas crenças limitantes em relação ao dinheiro.
Resumo dos 17 arquivos mentais do livro Os Segredos Da Mente Milionária
1° – As pessoas ricas acreditam na seguinte ideia: “Eu crio a minha própria vida”. As pessoas de mentalidade pobre acreditam na seguinte ideia: “Na minha vida as coisas acontecem”.
2° – As pessoas ricas entram no jogo do dinheiro para ganhar. As pessoas de mentalidade pobre entram no jogo do dinheiro para não perder.
3° – As pessoas ricas assumem o compromisso de serem ricas. As pessoas de mentalidade pobre gostariam de ser ricas.
4º – As pessoas ricas pensam grande. As pessoas de mentalidade pobre pensam pequeno.
5° – As pessoas ricas focalizam oportunidades. As pessoas pobres focalizam obstáculos.
6º – As pessoas ricas admiram outros indivíduos ricos e bem sucedidos. As pessoas de mentalidade pobre guardam ressentimento de quem é rico e bem sucedido.
7º – As pessoas ricas buscam a companhia de indivíduos positivos e bem sucedidos. As pessoas de mentalidade pobre buscam a companhia de indivíduos negativos e fracassados.
8º – As pessoas ricas gostam de se promover. As pessoas de mentalidade pobre não apreciam vendas nem autopromoção.
9º – As pessoas ricas são maiores do que seus problemas. As pessoas de mentalidade pobre são menores do que os seus problemas.
10º – As pessoas ricas são excelentes recebedoras. As pessoas de mentalidade pobre são péssimas recebedoras.
11º – As pessoas ricas preferem ser remuneradas por seus resultados. As pessoas de mentalidade pobre preferem ser remuneradas pelo tempo que despendem.
12º – As pessoas ricas pensam “Posso ter as duas coisas”. As pessoas de mentalidade pobre pensam “Posso ter uma coisa ou outra”.
13º – As pessoas ricas focalizam o seu patrimônio líquido. As pessoas de mentalidade pobre focalizam o seu rendimento mensal.
14º – As pessoas ricas administram bem o seu dinheiro. As pessoas de mentalidade pobre administram mal o seu dinheiro.
15º – As pessoas ricas põem o seu dinheiro para dar duro para elas. As pessoas de mentalidade pobre dão duro pelo seu dinheiro.
16º – As pessoas ricas agem apesar do medo. As pessoas de mentalidade pobre deixam-se paralisar pelo medo.
17º – As pessoas ricas aprendem e se aprimoram o tempo todo. As pessoas de mentalidade pobre acreditam que já sabem tudo.
Conclusão
É possível que pessoas sem resultado financeiro relevante fiquem ricas sim, mas para isso precisam, primeiro, mudar a sua mentalidade.
Indicação: Este livro eu indico para qualquer pessoa que queira construir liberdade financeira e queira ter uma vida plena. 🙂
E você, já leu este livro? O que achou? Comente aqui embaixo.Além disso, você tem algum livro que gostaria que eu indicasse aqui no Blog? Escreva nos comentários!
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Esse livro que vou indicar hoje foi a minha indicação de leitura em janeiro/2018 nas minhas redes sociais – aqui está o post no meu Instagram.
Mas, como nas redes sociais o espaço é limitado, e o foco deve ser outro também, resolvi escrever um artigo para cada livro que já indique (foram 4). E, a partir 2019, irei recomendar outros livros que eu julgo importantes para a sua carreira de Empreendedor.
Livro: O poder do Hábito
Autor: Charles Duhigg, jornalista Norte-Americano vencedor do Prêmio Pulitzer em 2013.
Por mais de vinte semanas “O Poder do Hábito” ficou na lista dos livros mais vendidos do The New York Times. Neste livro, o autor fala sobre a importância de conhecer e entender os nossos hábitos, pois a maior parte do tempo são eles que nos controlam – como dirigimos, o que comemos e quando comemos, nossos vícios e o que fazemos logo que acordamos são exemplos de hábitos que fazemos, muitas vezes, de forma automática.
A todo instante estamos sendo bombardeados de informações e estímulos, e o nosso cérebro, para poupar energia, busca sempre uma forma de reduzir o esforço e automatizar o máximo de ações possível. Independente do resultado ser bom ou ruim para nós.
Mas a boa notícia é que podemos mudar os nosso hábitos. Podemos aprender a nos alimentar melhor, fazer exercícios, ser mais produtivo, vencer um vício, ou seja, podemos tomar a rédea da nossa vida e parar de viver no “automático”. Mas para que isso seja possível precisamos entender como o hábito funciona:
Gatilho -> Rotina -> Recompensa
Loop do Hábito
Gatilho é todo estímulo que nós recebemos e que o nosso cérebro entende que precisa ativar uma rotina;
Rotina é uma ação física, emocional ou mental que é acionada automaticamente por um gatilho;
Recompensa é o resultado, o que iremos ganhar pela execução do hábito, e que indica ao nosso cérebro se aquele hábito deve ser registrado ou não.
Mas como podemos mudar um hábito ruim?
Uma das formas é trocando a rotina, desde que ela gere a mesma recompensa.
1º passo: Identificar o hábito – o que queremos modificar? Ou melhorar (sim, podemos incrementar hábitos bons! Parar de fumar? Dormir menos? Estudar mais? Beber menos bebida alcoólica?
2º passo: Perceber que gatilhos disparam este hábito – o que você estava fazendo quando o hábito foi iniciado? É importante anotar tudo, pois muitas vezes o gatilho pode ser difícil de identificarmos. Estresse? Ansiedade? Medo de perder algo? Timidez? Introversão?
3º passo: Saber que recompensas são geradas – o que queremos ganhar, ou esperamos receber, com aquele hábito? A saciedade depois de comer muito? O medo de ficar sem a comida que tanto gosta? Ficar mais extrovertido, mais interessante?
Com essas informações (é sugerido que tudo seja anotado durante alguns dias para ter o máximo de informações possível) é preciso testar novas rotinas, mas mantendo o mesmo gatilho e a mesma recompensa, até que o hábito anterior seja substituído. Isso não acontece de uma hora para outra, é preciso paciência, persistência e muita força de vontade.
Indicação: Eu indico este livro para qualquer pessoa que queira ter controle da sua vida e se desenvolver plenamente. 🙂 Seja um empreendedor ou não, saber como mudar os hábitos ruins e maximizar os bons hábitos é muito importante, não é?
E você, já leu este livro? O que achou? Comente aqui embaixo.Além disso, você tem algum livro que gostaria que eu indicasse aqui no Blog? Escreva nos comentários!
E, caso este artigo tenha feito sentido para você, compartilhe com seus amigos, pois essa informação pode ajudá-los também. Nós vemos no próximo post!
Você já ouviu falar em Marketing de Relacionamento, Marketing de Rede ou Marketing Multinível(MMN)? É um modelo de empreendedorismo pouco difundido ainda no Brasil.
Acima de tudo, o Marketing de Relacionamento é uma modalidade de comercialização de produtos ou serviços utilizados por empresas no mundo inteiro. E tem crescido muito no Brasil nos últimos 5 anos, porém ainda é confundido com pirâmides financeiras por algumas pessoas.
Como resultado, muita gente deixa de Empreender no chamado Negócio do Século XXI, com medo de cair em um golpe. Pensando nisso, escrevieste artigo onde te explicarei o que é MMN e os cuidados que você deve tomar para escolher uma empresa.
Tudo começou com o Dr. Carl Rehnborg, médico, químico e industrial norte-americano.
Ele criou o primeiro modelo comercial de distribuição de bens e serviços em que os ganhos eram provenientes da:
Venda de produtos;
Recrutamento de novos vendedores;
Comissões em níveis de profundidade da equipe.
Dr Carl fundou a empresa California Vitamins Inc., que comercializava tabletes ou cápsulas provenientes da desidratação e concentração dos nutrientes contidos em plantas.
Posteriormente, essa empresa foi renomeada para Nutrilite.
A Nutrilite entrou no mercado norte-americano com muita força , até que em setembro de 1945 Dr. Carl firmou uma parceria com o Dr. William Casselber e Lee Mitinger, originando oficialmente o plano de vendas da Mitinger & Casselberg Inc. como distribuidora exclusiva dos produtos.
Esse é o primeiro caso do modelo de ganhos em diversos níveis de equipe.
O nascimento de um gigante no mercado de Marketing de Rede. Fonte: Free Vector Art by Vecteezy!
Nasce um gigante
Em 1949, dois jovens amigos muito inteligentes, Jay Van Andel e Rich DeVos, passaram a ser distribuidores da Nutrilite. E em pouco tempo aumentaram em grande escala as vendas da empresa, transformando-a em uma empresa multimilionária.
Com a experiência adquirida na Nutrilite, os dois abriram na garagem de um deles uma empresa voltada para a distribuição de produtos de limpeza para o lar. Nascia assim a American Way Association, rebatizada depois para Amway.
A Amway começou efetivamente em 1959, e sempre apostou na distribuição de produtos voltados para o lar. E também itens de beleza e bem-estar.
Com o passar dos anos a empresa foi ampliando gradativamente o seu portfólio. Sua linha mais importante foi adquirida em 1970 – a Nutrilite, de suplementos alimentares, onde seus fundadores aprenderam sobre o negócio.
A Legitimidade do Marketing de Relacionamento nos EUA
Em 1975 a Comissão de Comércio americano acusou a Amway de operar uma pirâmide ilegal. Com isso, a empresa ficou por 4 anos sem poder cadastrar um novo distribuidor. Isso foi feito para validar se o modelo era baseado somente na entrada de novos distribuidores. Ou se ele era sustentável.
E a Amway conseguiu provar que o modelo era sustentável e não era uma pirâmide. A empresa manteve seu faturamento durante esse período.
Como resultado, a Comissão decidiu que o MMN (Marketing Multinível) era um negócio legítimo e que poderia ser praticado em todos os estados norte-americanos.
Além disso, em 1978, foi fundada a World Federation of Direct Selling Association (WFDSA), a entidade que normatiza esse segmento no mundo.
Então já vimos como esse modelo de negócios surgiu em 1945. E como ele foi legitimado no mundo em 1978 com a criação da WFDSA. Mas e no Brasil?
Regulamentação do MMN no Brasil
O Marketing MMN foi criado há 73 anos, e está regularizado em mais de 100 países, porém no Brasil ele só chegou há 27 anos, quando a Amway decidiu expandir para o nosso país.
Embora não tenhamos ainda uma lei que regulamenta o Marketing de Relacionamento no Brasil, foi criada em 1980 uma entidade que regulamenta e normatiza o nosso setor – a ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas).
A ABEVD é associada à WFDSA e adota os mesmos princípios, padrões de legitimidade e código de ética que regulamentam o setor em mais de 60 países.
E o que é pirâmide?
Homem desenhando no quadro negro uma pirâmide. Fonte: Illustrations by Vecteezy
Como já vimos, o Marketing de Relacionamento, Marketing de Rede ou Marketing Multinível é um formato de comercialização de bens ou serviços onde os ganhos são oriundos da:
movimentação dos produtos ou venda dos serviços feita pelo consultor (ou distribuidor);
pelo recrutamento de novos consultores (ou distribuidores);
pelo mesmo trabalho feito pela equipe do distribuidor (ou consultor).
Em contraste, uma pirâmide financeira, também conhecida como esquema Ponzi, é uma forma fraudulenta de geração de dinheiro para poucos em detrimento de muitos.
Características de uma pirâmide:
A empresa geralmente tem curta duração – 2 a 3 anos.;
Pode ter produto ou somente uma promessa;
Geralmente quando tem produto, o preço do produto é muito maior do que o mesmo produto produzido por outra empresa de semelhante qualidade;
E, acima de tudo, os ganhos são provenientes quase que inteiramente de recrutamento de novos membros.
Visto isso, parece ser muito fácil definir quando uma empresa é pirâmide ou não, não é?
Mas não é. Abaixo vou te indicar um checklist para te ajudar a analisar se uma empresa de Marketing de Relacionamento é legítima ou não.
Checklist para analisar uma empresa de Marketing de Relacionamento
Os sócios (e donos) da empresa já participaram de algum esquema de pirâmide?
A empresa tem mais de 3 anos de fundação? (Geralmente pirâmides não passam de 3 anos)
A empresa tem uma missão, valores e objetivos bem definidos?
A empresa tem os produtos que diz que comercializa?
A empresa está associada à ABEVD
Os produtos da empresa tem valor comercial? Ou o preço de seus produtos é muito maior do que os produtos de outra empresa com a mesma qualidade?
Os produtos da empresa tem alguma utilidade e agregam valor as pessoas?
O negócio da empresa só se sustenta com a entrada de pessoas? Ou se não entrar ninguém novo a empresa quebra.
A empresa solicita um valor alto para a entrada no negócio – Kit de adesão – mas não retornar em produtos ou serviços?
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Por isso, tome muito cuidado ao escolher a sua empresa de Marketing de Relacionamento. Use esse checklist antes de se associar a alguma empresa, e não tenha pressa em tomar a sua decisão. Essas dicas podem lhe salvar de uma grande dor de cabeça. 🙂
Comente aqui a sua opinião, o que você achou do primeiro artigo do meu blog. Caso tenha feito sentido para você, compartilhe com seus amigos, pois essa informação pode ajudá-los também. Nós vemos no próximo post!